O que sabemos até agora sobre a queda do avião da Chapecoense


Segundo autoridades colombianas, 76 morreram e 5 pessoas foram resgatadas com vida.

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O que sabemos até este exato momento

Setenta e seis pessoas morreram, incluindo a maior parte da delegação da Chapecoense, na queda de um avião na região montanhosa de La Ceja, na Colômbia.

O local da queda fica a cerca de 50 km do destino final, o aeroporto internacional de Medellín, onde a Chapecoense deveria chegar na noite de segunda-feira (28). As informações são da polícia colombiana.

O general José Acevedo, chefe de polícia da área de Medellín, disse que cinco pessoas sobreviveram. O avião levava 72 passageiros e nove tripulantes.

A aeronave charter decolou de Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia e tinha 17 anos. O time catarinense viajava para disputar a primeira partida da final da Copa Sul-Americana, contra o Atlético Nacional, em Medellín, na quarta-feira (30).

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O goleiro Danilo, ídolo do time de Chapecó (SC), foi encontrado com vida, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

Acompanhe mais atualizações abaixo.

Informações de radar mostram que avião sobrevoo região do aeroporto em círculos, durante 15 minutos, antes de cair.

Dados de radares coletados pelo site Flight Radar mostram que o avião da Chapecoense sobrevoou a região do aeroporto de Medellín durante 15 minutos antes de cair. Segundo os dados, o avião começou a perder altitude por volta das 0h52, horário de Brasília — a aeronave perdeu contato com as torres de comando alguns minutos depois.

CBF adia última rodada do Campeonato Brasileiro

A CBF anunciou agora há pouco que todos os jogos da última rodada do Brasileirão serão adiados para o dia 11 de dezembro. A rodada, que aconteceria no próximo domingo (4), definiria os últimos times rebaixados à Série B e os últimos classificados à Libertadores. Na 9ª colocação, com 52 pontos, a Chapecoense já não tinha mais chances de se classificar à Libertadores pelo Brasileirão, mas apostava em uma vitória na Copa Sulamericana para chegar à competição.

Agência aeronáutica colombiana divulga nova lista com SEIS sobreviventes

Clube divulga imagens dos jogadores comemorando vitória contra o San Lorenzo, da Argentina, e a classificação à final contra o Nacional de Medellín.

Imagem divulgada pela polícia mostra pessoas sendo retiradas dos escombros.

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Polícia colombiana divulgou imagens do local do acidente, a cerca de 50 km de Medellín.

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Torcedores da Chapecoense lotam a Arena Condá, no centro de Chapecó.

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“A última foto da delegação antes de partir rumo à partida de suas vidas.”

Em seu Twitter oficial, o Atlético Nacional de Medellín — adversário da Chapecoense na final — escreveu uma nota de pesar: “Vieram por um sonho, partiram como lendas”.

Prefeito de Chapecó foi listado como passageiro do voo, mas estava em São Paulo.

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Listados como integrantes do voo, o prefeito de Chapecó, Luciano Buligon (PSB), e o diretor do Chapecoense, Plínio de Nês, eles acabaram ficando em São Paulo para embarcar apenas nesta terça-feira para Medelín.

Emocionado, o prefeito concedeu entrevista durante toda a manhã para a Rede Globo. O clube do Chapecoense se transformou em um QG para informações dos familiares das vítimas na cidade.

O zagueiro Helio Zampier Neto foi a última pessoa encontrada com vida entre os escombros do avião, com traumatismo craniano.

Vinte jornalistas de diversos veículos morreram no voo.

O avião foi o mesmo que transportou há poucos dias a seleção da Argentina.

Lista de passageiros divulgada pelas autoridades colombianas.

Movimentação é intensa nos hospitais, à espera de feridos no acidente da Colômbia
(Foto: Reprodução/TV Globo)

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Anac explicou porque vetou voo fretado da Chapecoense; parte do elenco ficou no Brasil

A Chapecoense tentou fretar um avião para fazer a viagem direto para Medellín, mas foi impedida pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil). O clube havia planejado sair de São Paulo e fazer uma escala na Bolívia. A mesma medida foi tomada quando o time viajou à Colômbia para enfrentar o Junior Barranquilla, quando o órgão não permitiu.

A Anac, posteriormente, soltou um comunicado informando o motivo de ter negado o voo fretado.

“O pedido foi negado com base no Código Brasileiro de Aeronáutica (CBAer) e na Convenção de Chicago, que trata dos acordos de serviços aéreos entre os países. O acordo com a Bolívia, país originário da companhia aérea Lamia, não prevê operações como a solicitada”

Confira o Comunicado completo:
A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) informa que a empresa boliviana Lamia Corporation solicitou autorização de voo à ANAC para o transporte do time de futebol Chapecoense que faria um torneio na Colômbia. O voo partiria do Brasil para a Colômbia, na segunda-feira, 29/11, segundo a solicitação. O pedido foi negado com base no Código Brasileiro de Aeronáutica (CBAer) e na Convenção de Chicago, que trata dos acordos de serviços aéreos entre os países. O acordo com a Bolívia, país originário da companhia aérea Lamia, não prevê operações como a solicitada.
Complementando a negativa do pedido, a ANAC informou ao solicitante do voo que o transporte poderia ser realizado por empresa aérea brasileira e/ou colombiana, conforme a escolha do contratante do serviço, nos termos dos acordos internacionais em vigor.
A ANAC se solidariza com os familiares das vítimas do acidente ocorrido nesta madrugada, 29/11, com o time da Chapecoense, nas proximidades de Medellín, na Colômbia.
Abaixo vai uma síntese colhida nos Grupos/FAB sobre o acidente aéreo da madrugada

Num primeiro momento os órgãos da imprensa, na intenção de captar a atenção das pessoas, recorrem a todo tipo de informação, seja ela falsa ou verdadeira. Pelo conhecimento e experiência profissional que temos, a falha foi falta de combustível.

O avião já estava em aproximação para pouso e caiu.

Foi queda, não foi colisão com o terreno.

Em queda, sempre há sobreviventes, como foi o caso; em colisão com o terreno não há.

Esse tipo de Avião não tem capacidade de alijamento de combustível, porque ele não precisa desse recurso.

A falha elétrica reportada pelo piloto foi devido à falha dos motores por falta de combustível.

Não houve fogo após a queda, porque não havia combustível.

Esse avião é para vôos regionais, tem alcance de pouco menos de 3000 quilômetros, e a distância entre Santa Cruz e Medellín é exatamente essa.

Ele jamais poderia ter feito esse vôo direto.

Teria que abastecer em algum ponto da rota.

Infelizmente, em alguns países, a aviação é bastante precária.

O avião deve ter sido fretado pelo preço baixo.

Infelizmente, muitas vezes, as pessoas colocam o dinheiro à frente da própria segurança.

O resultado pode ser esse, terrível, dezenas de vidas preciosas perdidas.

Este post é um compilado dos principais sites de notícias do Brasil.

Mais Informações serão atualizadas abaixo ao longo do dia.
Enquanto isso, pedimos à Deus para que conforte os corações dos familiares e amigos das vítimas.

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